Jmail: site deixa você investigar caso Epstein como se estivesse no e-mail dele
Uma espécie de Gmail no qual você pode vasculhar arquivos do caso Jeffrey Epstein de forma relativamente fácil e intuitiva. Essa é a ideia do Jmail, site criado pelos engenheiros americanos Riley Walz e Luke Igel.
A página organiza milhões de documentos, fotos e vídeos liberados pela Justiça dos Estados Unidos nos últimos meses. Na prática, qualquer pessoa pode fazer pesquisas em cima da pilha gigantesca de arquivos do caso como se fuçasse na caixa de e-mails de Epstein (usando o endereço jeevacation@gmail).
Os engenheiros criaram o Jmail porque o arcabouço original do caso tem milhares de PDFs difíceis de ler e entender. Ao transformar esses dados brutos em e-mails e ambientes fáceis de ser explorados, os criadores da página ajudam o público a enxergar melhor a rotina e os contatos do falecido bilionário com pessoas famosas mundo afora.
Por dentro do Jmail, a ‘caixa de e-mails’ de Jeffrey Epstein
O Jmail organiza arquivos divulgados do caso Epstein de um jeito que provavelmente vai fazer sentido para você:
- Caixa de busca: Você pode digitar nomes de pessoas famosas ou palavras-chave para encontrar e-mails específicos;
- Abas de “Enviados” e “Entrada”: Separa as mensagens que Epstein mandou das que ele recebeu;
- Seção “Pessoas”: Mostra quem são os contatos que mais conversavam com ele (Elon Musk, Peter Thiel, Steve Bannon, Noam Chomsky e por aí vai);
- Jphotos: Uma ferramenta para procurar imagens que estavam nos arquivos.

O site mostra desde coisas comuns do dia a dia (como links de notícias) até conversas com figuras poderosas, como ex-primeiros-ministros e políticos conhecidos. Um dos criadores descreve o conteúdo como uma mistura de “banalidade do mal” com momentos estranhamente humanos.
Os criadores também explicaram que o Jmail é uma paródia visual. Ou seja: o conteúdo é real, mas o ambiente no qual ele é disponibilizado tem um quê de jocoso. Aliás, uma curiosidade: os engenheiros usaram ferramentas de inteligência artificial (IA) para transformar os dados brutos dos PDFs de volta ao formato de e-mail – e esse processo levou cinco horas.
Também vale explicar: o Jmail não tem todos os arquivos divulgados do caso Epstein. Pelo menos, por enquanto. Embora já existam cerca de 20 mil e-mails disponíveis, os criadores pretendem adicionar documentos conforme informações forem liberadas pela justiça americana.
Em resumo, o Jmail transforma um “mar de documentos” confusos numa ferramenta de pesquisa organizada para que qualquer pessoa possa investigar o caso por conta própria. Explore com cautela.
(Essa matéria usou informações de G1 e Rolling Stone.)
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