Ouro olímpico de Alysa Liu após aposentadoria inspira Swiatek e Coco Gauff
As tenistas Iga Swiatek e Coco Gauff afirmaram ter buscado inspiração no retorno dramático da patinadora artística americana Alysa Liu, que superou o esgotamento mental para conquistar o ouro olímpico — uma volta ainda mais impressionante diante da forma abrupta como sua carreira parecia ter sido encerrada.
Liu surpreendeu o mundo ao anunciar aposentadoria aos 16 anos, após os Jogos de Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022, em 2022, alegando burnout.
No entanto, retornou às competições e brilhou nos Jogos de Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 no mês passado, encerrando um jejum de 20 anos sem medalhas olímpicas para os Estados Unidos na prova feminina da patinação artística.
“Acho que, de forma geral, o que aconteceu na patinação artística foi superinteressante do ponto de vista psicológico”, disse a número dois do mundo, Swiatek, a jornalistas antes do torneio de Indian Wells, na terça-feira (3).
“Eu vi a Liu vencendo depois de ter passado por problemas, como o esgotamento que a fez parar. E agora parece que tudo o que ela faz é para se divertir e realmente mostrar suas habilidades incríveis de uma forma que a faz feliz. Não falei com ela, mas é algo realmente inspirador. Vou me lembrar disso por muito tempo”, completou.
Liu voltou ao gelo em 2024 com maior controle criativo sobre a própria carreira, assumindo decisões sobre trilhas sonoras, programas e figurinos. No ano passado, conquistou o título mundial em Boston.
Olimpíada de Inverno enfrenta problema com medalhas e avalia causa
Atual número quatro do mundo, Gauff afirmou que, embora nunca tenha enfrentado burnout, consegue compreender a pressão vivida por Liu, já que também despontou muito jovem no circuito, ao disputar o Campeonato de Wimbledon 2019 como qualifier aos 15 anos.
“Acho que toda a história dela é superinspiradora e eu me identifico muito como alguém que foi muito jovem inserida no esporte”, afirmou Gauff.
“Não diria que enfrentei esgotamento, mas há momentos em que você está mentalmente cansada e sente que está fazendo as coisas sem saber exatamente por quê. Então, definitivamente me identifiquei com a história dela. Fiquei feliz em vê-la ser essa voz que diz as coisas que muitos atletas pensam, mas talvez tenham medo de falar”, finalizou.
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