Festival da Bahia exibe 154 filmes e destaca realizações de Juliette Binoche, Lav Diaz, Murilo Salles e o thriller “Máscara da Traição”
Foto: “A Vida de Cada Um”, de Murilo Salles
Por Maria do Rosário Caetano
Três filmes darão início à vigésima-primeira edição do Panorama Internacional Coisa de Cinema, que acontece em Salvador, capital da Bahia, e no município de Cachoeira, a partir dessa quarta-feira, 25 de marco, e prossegue até primeiro de abril.
No Cine Glauber Rocha, de cujo terraço se vê a estátua de Castro Alves e a Baía de Todos os Santos, serão exibidos uma ficção contemporânea carioca, “A Vida de Cada Um”, de Murilo Salles, com elenco liderado por Bianca Comparato e Caco Ciocler, e um clássico do cinema policial brasileiro, “Máscara da Traição”, que o baiano Roberto Pires realizou 56 anos atrás.
Em Cachoeira, cidade histórica situada a 120 km de Salvador, será exibido o documentário “O Samba que Mora Aqui”, de Vitor Rocha. Os três filmes serão debatidos, após suas sessões, por seus representantes. Murilo Salles se fará acompanhar da atriz Bianca Comparato.
O saudoso Roberto Pires (1934-2001), pioneiro do cinema moderno na Bahia, será representado por seu filho, Petrus Pires, que discorrerá sobre o trabalho de restauração deste que foi um dos maiores sucessos comerciais do diretor de “Redenção”, “A Grande Feira”, “Abrigo Nuclear” e “Césio 137 – Pesadelo em Goiânia”.
Murilo Salles define “A Vida de Cada Um”, escrito em parceria com Leo Garcia, como “um filme sobre o paradoxo que chamamos de Rio de Janeiro”. O cineasta e diretor de fotografia de “Eu te Amo” e “Tabu” conta que há nessa obra ficcional ecos de “Como Nascem os Anjos”, seu poderoso mergulho no universo da marginalidade. O público “perceberá a produção sinuosa da violência, imersa em ambiente tóxico, a família de um policial militar”.
O cineasta e seu co-roteirista basearam-se em histórias reais. O militar Domingos Macedo (Caco Ciocler), morador do Andaraí, “carrega traços de milicianos (famosos e condecorados)”, cujas carreiras são fruto de “parcerias com importantes políticos de nossos dias”. Depois de separar-se da esposa, mãe de seus filhos, Macedo começa a incutir nas crianças “preconceitos, violência e medos”. Entende que “assim estará preparando os filhos para a vida lá fora”.
Os dias passam e o militar assume o comando do Andaraí. Empoderado, dedica-se à exploração de atividades comerciais ilícitas. Sua filha, Flávia (quando criança, interpretada por Giulia Dalflon; adolescente, por Letícia Braga e, adulta, por Bianca Comparato), conhece Velber, jovem afro-brasileiro interpretado na fase adulta por Ronald Sotto. Ele dirá à jovem que o PM Macedo é o responsável pela ocupação da comunidade do Andaraí. Flávia ficará surpresa.
O filme, que se desenvolve ao longo de três tempos, obrigará a filha do militar a ouvir o que não deseja. Velber dirá a ela, com dura franqueza: “Vocês, brancos, já dominaram tudo no asfalto e, não contentes, agora querem subir e tomar posse de nossa favela também”.
Murilo Salles lembra que “A Vida de Cada Um” é, em síntese, “um filme sobre a violência naturalizada”, aquela que “acontece no dia-a-dia, dentro das escolas, das casas, nas relações entre pais e filhos”. Uma narrativa na qual “a protagonista irá, aos poucos, se rebelando contra o pai”, pois compreenderá a necessidade de “livrar-se da truculência que o caracteriza”. Só que, nessa “história de vingança”, a “violência continuará sua espiral geradora de mais violência”.
“Máscara da Traição” causou sensação, no final dos anos 1960, ao ser lançado por Roberto Pires e seu produtor Zelito Vianna. Escorado em elenco estrelar, recorrente em novelas da Globo (Claudio Marzo, Tarcísio Meira, Glória Menezes, Milton Gonçalves, Flávio Migliaccio) somados a aparição em carne e osso do cronista esportivo (e dramaturgo) Nelson Rodrigues, o filme atingiu bilheteria significativa e chegou aos mais distantes municípios do país.
Embora não seja baseado em caso real (o roteiro brotou da imaginação de Roberto Pires), “Máscara da Traição” soube somar ingredientes essenciais a uma narrativa predisposta a dialogar com o público: trama de assalto ao Estádio do Maracanã em dia de caixa cheio (pois jogava-se um clássico), um sempre mobilizador triângulo amoroso e os recursos do cinema de suspense (grandes assaltos costumam despertar atenção). Cultor do gênero policial (“Tocaia no Asfalto” e “Crime no Sacopã” antecederam “Máscara da Traição”), Roberto Pires pôde comprovar, mais uma vez, sua condição de importante artesão do cinema brasileiro.
Com “O Samba que Mora Aqui”, atração do Panorama em Cachoeira, o documentarista Vitor Rocha se propõe a ouvir tambores, cantos e histórias narradas por quem, em quintais e rodas musicais, deu origem ao samba. Que antes de ser carioca foi baiano. Por isso, os quatro episódios que compõem o filme – explica seu criador – “mergulham na ancestralidade e na musicalidade do samba, revelando suas raízes afroindígenas a partir de rodas realizadas na casa de Dona Cabocla, figura inspirada na mítica (e mística) Tia Ciata, a partir do emblemático bairro da Itapoã, em Salvador”.
O Panorama Internacional Coisa de Cinema soteropolitano e cachoeirense exibirá 154 filmes de longa, média e curta-metragem e promoverá três mostras competitivas: uma internacional, uma nacional e, a mais mobilizadora, a que reúne a prata da casa. Cabe aos filmes baianos lotar as salas exibidoras e movimentar animados debates.
Dois filmes – um longa e um curta baianos — farão jus ao Prêmio Flávia Abubakir nos valores de R$50 mil (para o primeiro), e R$10 mil (para o segundo). A produção de curtas brasileiros será laureada com o Troféu Canal Brasil, R$15 mil e exibição na programação da emissora.
O festival baiano tem formato de maratona e os cinéfilos poderão fruir de algumas raridades. Duas delas, trazem a autoria de cineastas que marcaram a história do cinema. A belga Agnès Varda (1928-2019) será representada por seis filmes, sendo um deles seu primeiro longa-metragem, o septuagenário “A Ponte Curta” (1955), um dos precursores da Nouvelle Vague. E nunca é demais lembrar que a incansável Varda foi o único nome feminino da Nova Onda francesa. E que nos legou curtas, médias e longas que hoje constituem-se como nutrientes fertilizadores do imaginário de dezenas de criadoras e criadores cinematográficos.
Sara Gomes (1942-1974), realizadora afro-cubana de curta trajetória, será representada por seu único longa-metragem, “De Cierta Manera” (1974, 79 minutos) e por 14 curtas e médias-metragens.
O longa de Sara não pôde ser finalizado por ela, que morreu precocemente, em Havana, aos 32 anos. Dois colegas da cineasta no ICAIC (Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficas), Tomás Gutierrez Alea, o Titón, e Julio García Espinoza, que se vivo fosse estaria comemorando cem anos, concluíram o filme.
Os diretores de “Memórias do Subdesenvolvimento” (Titón) e de “As Aventuras de Juan Quinquín” (Julio) prestaram o merecido tributo à colega de trabalho no ICAIC e amiga de tão breve existência. E o público ganhou um filme cheio de vida, um canto de amor ao povo afro-cubano que cercou a infância e a juventude da criadora de “De Cierta Manera”.
No campo do cinema contemporâneo, o Panorama vai ofertar dois biscoitos finos: o primeiro longa de Juliette Binoche como diretora “In-I In Motion” (2025, 156 minutos) e “Magalhães”, do filipino Lav Diaz (2025, 163′).
Quem acompanhou os recentes desdobramentos de infeliz declaração do ator Timothée Chalamet sobre a ópera e o balé, ouviu da grande atriz francesa resposta, além de elegante, marcada por fina ironia. O jovem protagonista de “Marty Supreme” disse à revista Variety não desejar que “o cinema se torne algo que a ninguém importe, como a ópera e o balé”.
No Festival de Documentários de Tessalônica, na Grécia, onde Binoche mostrou seu “In-I In Motion”, a atriz deu declaração sintética e certeira: “achei que o cinema fosse uma arte moribunda”. Sem citar nomes, sugeriu que não se fizesse alarde em torno do assunto em pauta.
A curiosidade dos repórteres que cercaram a atriz (e agora cineasta) eram mais que pertinentes. Afinal, este primeiro longa-metragem da grande intérprete de “A Liberdade é Azul” e “Cópia Fiel” tem a dança como sua razão de ser. Ao longo de 2h36′, ela expõe jornada artística íntima focada na criação da performance “In-I”, que ela desenvolveu junto com o coreógrafo Akram Khan, em 2007, portanto há quase 20 anos. Como tudo foi documentado exaustivamente, ela pôde mostrar bastidores, ensaios e, também, a superação de limites, a vulnerabilidade do artista e a coragem de transgredir os rigores da disciplina.
Vale acrescentar que diversas vozes não quiseram silenciar-se frente à frase irrefletida de Chalamet. Optaram por questioná-lo. Caso da brasileira Ana Botafogo, que destacou educado protesto ao lembrar o quanto esses ofícios (do balé e da ópera) exigem de dedicação, disciplina, paixão e ensaios.

O épico “Magalhães”, de Lav Diaz, revê expedição, sob bandeira espanhola, empreendida pelo navegador português Fernão de Magalhães (1480-1521). Coube ao ator mexicano Gael García Bernal (de “Amores Perros”, “Má Educação” e “Diários de Motocicleta”) interpretar o explorador incensado como “herói” por ter realizado a primeira viagem de circunavegação da Terra e transposto estreito que ligaria o Atlântico ao Pacífico, chegando até a “Ilha das Especiarias”.
Só que este “herói” não interessava a Lav Diaz. O diretor, premiado em Veneza com “A Mulher que se Foi”, adota o ponto de vista dos povos nativos da Ásia ao desafiar a visão eurocêntrica, responsável pela canonização do navegador como “um descobridor de mundos”. Para Diaz, seu personagem representa a ambição sem escrúpulos e a brutalidade colonial em sua marcha dita civilizatória pelo sudeste asiático.
Fernão de Magalhães portava valores cristãos (há historiadores que o tomam como um fanático religioso) e tinha por missão converter os “gentios”. Além, claro, de explorar as riquezas das terras onde aportava. Para tanto, destruía, sem vacilar, crenças, imagens, ícones e tradições dos povos contatados.
Lav Diaz, de 67 anos, mostra o navegador-explorador chegando à ilha de Mactan, nas Filipinas. Trata-se, como poderemos ver, não de um filme internacional feito sob encomenda, mas sim de narrativa que tem a ver com a história do país onde o cineasta nasceu e desenvolveu seus principais projetos (incluindo “Norte – O Fim da História”, de mais de quatro horas, e “Evolução de uma Família Filipina”, de quase onze horas). Dessa vez, ele que tem fama de realizar filmes imensos, dirigiu um longa-metragem de (apenas) 2h43′!
Feitos esses destaques, voltemos ao XX Panorama Internacional Coisa de Cinema e à sua ampla programação. Além das três mostras competitivas, haverá sessões especiais, debates, oficinas e a segunda edição do bem-sucedido Seminário da Exibição, dedicado ao circuito formado à margem dos grandes multiplexes.
Ano passado, o festival baiano realizou a primeira edição do Seminário da Exibição, que mobilizou mais de 40 exibidores (esse ano serão 50) vindos de todos os cantos do país, do Amapá ao Rio Grande do Sul, do Mato Grosso ao Rio Grande do Norte, passando por Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. E assistiu-se à posse da nova diretoria da AEXIB (Associação de Pequenos e Médios Exibidores do Brasil). Essa instituição agrega gestores e programadores de circuito que desempenhou papel significativo no sucesso comercial de “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça. Aliás, grande incentivador da AEXIB e do Panorama Coisa de Cinema.
Os participantes do II Seminário vão aprofundar discussões sobre o funcionamento de mais de 400 salas de cinema (entre as 3.554 em atividade no país). E contará, além dos exibidores independentes, com participação de representantes do setor público e de profissionais do audiovisual.
Os debates pretendem buscar formas de ampliar o público das chamadas salas de “arte e ensaio” espalhados por todo território brasileiro, muitas delas ligados a instituições municipais, estaduais ou federais (centros culturais, cine-teatros e universidades). Sem esquecer as salas privadas (incluindo cinemas de rua) dedicadas à exibição de filmes alternativos aos que dominam o circuitão.
Na edição desse ano, destacam-se três painéis. O primeiro discutirá “A Exibição no Centro da Política Audiovisual: Pensar o Cinema a Partir do Público”, com Adriana Rattes (do Grupo Estação Rio), Lúcio Otoni, da Abraplex (Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplexes) e Tiago Mafra, dos quadros da Ancine.
O segundo contará com representantes da distribuidora Vitrine, que detalhará as “Estratégias de Lançamento de O Agente Secreto e O Último Azul”. Vale lembrar que o filme de Kleber Mendonça vendeu 2,5 milhões de ingressos, e o de Gabriel Mascaro mobilizou 220 mil espectadores, um feito para uma produção de médio porte.
Ano passado, a experiência internacional foi representada pelos franceses, que mostraram, com palestra de Rafael Maestro, presidente da Petite Exploitation Fédération Nationale des Cinémas, a rede de exibição espalhada por todos os cantos da França, para ajudar a produção local a ocupar pelo menos um terço de seu mercado interno.
Um terceiro painel, no Panorama desse ano, examinará o modelo de exibição da Coreia do Sul, que ganhou destaque planetário com o êxito de “Parasita” (no Oscar e nas salas de cinema). Nunca é demais lembrar que a produção sul-coreana chega a ocupar mais da metade de seu mercado interno.
A competição de filmes baianos só faz crescer a cada novo ano. Para o festival desse ano foram selecionados oito longas e vinte curtas-metragens. Há que se destacar a presença de um veterano da produção local (Pola Ribeiro, com “Sambadores”) e de realizador, Henrique Dantas, que fez do documentário cultural (e cinematográfico) uma de suas molas propulsoras. Ele entra na competição pelo troféu Flávia Abubakir com “Anti-Heróis do Udigrudi Baiano”, mais uma viagem metalinguística.
Dantas, que dedicou belos filmes ao conterrâneo Olney São Paulo, entrega-se, agora, aos experimentos do “Cinema Marginal” (o “udigrudi” do título) feito na Bahia por nomes como André Luiz Oliveira, Edgard Navarro (o filme traz deliciosas revelações sobre os bastidores criativos do “Super-Outro”), Zé Umberto, Gato Félix, Bertrand Duarte, Fernando Bélens, sem esquecer o mais louco dos diretores (Álvaro Guimarães) e dos filmes da história soteropolitana (“Caveira My Friend”, 1970).
Cinéfilos hão de notar a participação no documentário de Henrique Dantas do onipresente Marcus Curvelo. Quem se dispuser a visitar a íntegra do catálogo de curtas e longas (baianos e brasileiros) do Panorama, verá o nome do diretor-roteirista-montador-produtor-e-ator espalhado em múltiplas funções pelas fichas artísticas ou técnicas de muitos deles. Além de “Anti-Heróis do Udigrudi Baiano”, o diretor de “Mamata”, “Joderismo” e “Eu, Empresa” aparecerá nos créditos do longa cearense “Morte e Vida Madalena”, do longa documental “FeiraGuay”, rodado em Feira de Santana, e em vários curtas (entre eles, “Supernova”, de Leon Sampaio).
E há que se registrar a significativa presença feminina na direção dos filmes das competições baiana e brasileira. No primeiro caso, há longas comandados por Viviane Ferreira, Vânia Lima, Susan Kalik e Arlete Carajá. No segundo, destacam-se as assinaturas de Safira Moreira, Alice Villela, Maria Clara Escobar, Karen Harley e Mariana Meliande.
Nos três júris das mostras competitivas estão Murilo Salles (realizador do filme inaugural e diretor da fotografia labiríntico-jaboriana de “Eu te Amo”), os atores Clara Paixão, Giovanni Venturini e Renato Novaes, que se somarão a Alvaro Inostroza Bidart (do Chile), Lyara Oliveira, Letícia Santinon, Caroline Canguçu e Nathan Machado.
COMPETIÇÃO BAIANA
. “Anti-Heróis do Udigrudi Baiano”, de Henrique Dantas
. “Afrolatinas: Mulheres Negras em Movimento”, de Viviane Ferreira (doc, 92′)
. “Cartas Para…”, de Vânia Lima (doc, 89′)
. “Timidez”, de Susan Kalik e Thiago Gomes Rosa (fic, 83′)
. “Xingu à Margem”, de Wallace Nogueira e Arlete Juruna (doc-drama, 96′)
. “FeiraGuay”, de Francisco Gabriel Rego (doc, 67′)
. “Sambadores”, de Pola Ribeiro (doc, 71′)
. “Terra Batida”, de Jon Lewis (doc, 77′)
COMPETIÇÃO NACIONAL
. “Cais”, de Safira Moreira (Bahia)
. “Até Onde a Vista Alcança”, de Alice Villela e Hidalgo Romero (SP)
. “Dolores”, de Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes (SP)
. “Para Vigo me Voy”, de Karen Harley e Lírio Ferreira (RJ)
. “Uma Baleia Pode Ser Dilacerada Como Uma Escola de Samba”, de Marina Meliante e Felipe M. Bragança (RJ)
. “Espelho Cigano”, de João Borges (MG)
. “Malaika”, de André Morais (PB)
“Morte e Vida Madalena”, de Guto Parente (CE)
COMPETIÇÃO INTERNACIONAL
. “Aisha Não Pode Voar”, de Morad Mostafa (Egito, ficção, 120′)
. “Coração Impaciente”, de Lauro Cress (Alemanha, ficção, 104′)
. “Deus Não Vai Ajudar”, de Hanac Jusic (Croácia, ficção, 137′)
. “Frutos do Cacto”, de Rohan Parashuram Kanawabe (Índia, ficção, 114′)
. “Linha Verde”, de Sylvie Ballyot (França, Líbano, doc, 120′)
. “Militantropos”, de Smith, Gorlova & Mozgovyi (Ucrânia, doc., 11′)
MOSTRA DE FILMES RESTAURADOS
. “Máscara da Traição”, de Roberto Pires (1969)
. “A Lenda de Ubirajara”, de André Luiz Oliveira (‘975)
. “Meteorango Kid, o Herói Intergalático”, de André Luiz Oliveira (1969)
. “A Mulher de Todos”, de Rogério Sganzerla (1969)
. “Garota de Ipanema”, de Leon Hirszman (1967)
. “Eles Não Usam Black-Tie”, de Leon Hirszman (1982)
. “Um é Pouco, Dois é Bom”, de Odilon Lopes (1970)
. “Eu Te Amo”, de Arnaldo Jabor (1984)
. “Xica da Silva”, de Cacá Diegues (1976)
PANORAMA BRASIL
. “Nimuendajú”, de Tânia Anaya (animação, MG)
. “Copacabana, 4 de Maio”, de Allan Ribeiro (RJ)
. “Kaabok: O Candomblé de Caboclo no Sertão de Jequié”, de Zaire Ominira e Adriana Fernandes Carajá (Bahia)
. “For do Sertão”, de Taís Laila e Bruno Masi (Bahia)
. “Um Carnaval em Cada Esquina”, de Vânia Lima (Bahia)
SEIS FILMES DE AGNES VARDA
. “A Ponte Curta”
. “As Cento e Uma Noites”
. “Jane B. Por Agnès V.”
. “Kung-Fu Master”
. “As Criaturas”
. “Os Renegados” (vencedor de Veneza)
MOSTRA SARA GOMEZ
. “De Cierta Manera” (longa-metragem, 1974)
. Curtas e médias: “Ano Um”, “Cuidados Pré-Natais”, “E … Nós temos Sabor”, “Eu Vou Para Santiago”, “Excursão a Vueltabajo”, “Guanabacoa: Crônicas de Minha família”, “Ilha do Tesouro”, “Minha Contribuição”, “Na Outra ilha”, “Nos Bateyes”, “Poder Local, Poder Popular”, “Sobre Horas Extras e Trabalho Voluntário”, “Um Documentário Sobre o Trânsito” e “Uma Ilha Para Miguel”
PANORAMA INFANTIL
. “Papaya”, de Priscilla Kellen (SP)
. “Ayô”, série de Yasmin Thayná (RJ)
. Projeto “O Cinema Vai à Escola” Ano 17
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