Sobrevivente de chacina com quatro mortos foi poupada por estar grávida

A esposa de Jonas dos Santos, de 25 anos, um dos mortos na chacina ocorrida na última segunda-feira (23), em um garimpo ilegal da zona rural de Aripuanã (1.002 quilômetros de Cuiabá), foi poupada pelos criminosos por estar grávida. A súplica foi feita pelo seu marido, antes de ser executado.

Segundo o boletim de ocorrências do caso, a esposa relatou que durante o trajeto, após o sequestro das cinco pessoas, ocorrido na saída do garimpo ilegal, os bandidos informaram para as vítimas que elas seriam executadas.
 
Jonas então suplicou para que os criminosos poupassem a vida da sua esposa, já que ela estava grávida. Os bandidos executaram as outras quatro pessoas, atearam fogo em seus corpos e, posteriormente, levaram a sobrevivente para Juína.
 
Na cidade, os bandidos liberaram a grávida, disseram para ela nunca mais voltar à região e a ameaçaram de morte caso contasse sobre o ocorrido.
 
O caso
 
Quatro pessoas foram sequestradas e executadas durante uma chacina, ocorrida em um garimpo ilegal na zona rural da cidade de Aripuanã (1.002 km de Cuiabá), na última segunda-feira (23). O corpo delas foi encontrado carbonizado, após o pai de uma das vítimas relatar o desaparecimento. Apenas uma pessoa foi poupada.
 
As vítimas da chacina foram identificadas como: Deuzilene Tavares, de 40 anos, conhecida como “Babalu”, o filho dela, Luiz Felipe Viana Antônio da Silva,19, Leôncio Gomes, 40 e Jonas dos Santos, de 25 anos.
 

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