Irã informa à ONU que responderá “de forma decisiva” se for atacado
O Irã informou ao secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira, que Teerã considerará bases, instalações e ativos da “força hostil” na região como alvos legítimos se enfrentar uma agressão militar.
A missão permanente do Irã nas Nações Unidas afirmou, em carta, que a a retórica do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em relação ao país “sinaliza um risco real de agressão militar”.
Teerã diz ainda que não deseja uma guerra. Mas que responderá “decisivamente” se for submetido a uma agressão militar, afirmou a carta.
Mais cedo, o presidente americano alertou que o Irã precisa fechar um acordo sobre o programa nuclear ou “coisas realmente ruins” acontecerão, e estabeleceu um prazo de 10 a 15 dias.
Em meio a um grande reforço militar dos Estados Unidos no Oriente Médio, Trump afirmou que as negociações com o Irã para encerrar o impasse estavam indo bem, mas exigiu que Teerã chegasse a um acordo “significativo”.
“Caso contrário, coisas ruins acontecem”, disse Trump, que repetidamente ameaçou atacar o Irã, durante a primeira reunião de seu Conselho de Paz, em Washington.
Trump mencionou os ataques aéreos realizados pelos EUA em junho, afirmando que o potencial nuclear do Irã havia sido “dizimado”, e acrescentou: “podemos ter que levar isso um passo adiante ou talvez não”.
“Vocês descobrirão nos próximos provavelmente 10 dias”, disse ele. “Acho que esse seria tempo suficiente, 10, 15 dias, no máximo”, seguiu Trump ao falar com jornalistas a bordo do Air Force One, sem dar mais detalhes.
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