O duelo entre “Uma Batalha Após a Outra” e “Pecadores” causará reviravolta similar à 2017? “O Agente Secreto”reverterá em prêmio alguma de suas quatro indicações?

O duelo entre “Uma Batalha Após a Outra” e “Pecadores” causará reviravolta similar à 2017? “O Agente Secreto”reverterá em prêmio alguma de suas quatro indicações?

Foto: “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho © Victor Jucá

Por Maria do Rosário Caetano

Três perguntas se impõem, duas delas com tempero brasileiro, nesses dias que antecedem a cerimônia de entrega do Oscar de número 98, na noite desse domingo, 12 de março, em Los Angeles:

Quem vencerá o duelo pelo Oscar principal – o ainda favorito “Uma Batalha Após a Outra”, de Paul Thomas Anderson, ou o black movie “Pecadores”, de Ryan Coogler, que só cresce nas listas de apostas?

“O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça, conseguirá reverter em prêmio alguma de suas quatro indicações?

O brasileiro-corintiano Adolpho Veloso será reconhecido como o melhor diretor de fotografia da competição por seu formidável trabalho no longa estadunidense “Sonhos de Trem”?

Nove anos atrás, em 2017, o musical “La La Land”, de Damien Chazelle, era tido como o franco favorito ao Oscar. Na última hora, o badalado “favorito” perdeu para o black movie “Moonligth – Sob a Luz do Luar”, de Barry Jinkins.

O clima era tão favorável ao charmoso musical chazelliano, que gafe monumental marcaria a noite. “La La Land” foi anunciado como o grande vencedor. E os apresentadores tiveram que desfazer o erro na frente de muitos milhões de telespectadores espalhados pelos quatro cantos do mundo. O vencedor, para valer, era o filme de Jenkins.

A batalha da noite desse domingo, 15 de março, poderá repetir situação semelhante (sem a gafe, claro). Nas últimas semanas, “Pecadores” só fez crescer. Aliás, desde que suplantou as indicações de “Uma Batalha Após a Outra” (13), chegando a espantosas 16 categorias, que o filme de Ray “Pantera Negra” Coogler passou a ser visto como um rival digno de muito respeito.

Há, porém, que se lembrar que “Uma Batalha Após a Outra” é infinitamente melhor (e mais importante) que “La La Land”. A adaptação que PTA realizou do livro “Vineland”, de Thomas Pinchon, desenha um cruel retrato de nosso tempo, marcado pela hegemonia de forças bélicas baseadas na rapina e sedimentadas no racismo.

“Pecadores”, híbrido de muitos gêneros, com predominância do terror, recorre a vampiros e zumbis. E o faz depois de sedimentar-se em tradição de muitas culturas – a do pacto da encruzilhada. Grandes guitarristas (ou violeiros) – diz a lenda – fizeram pacto com o demônio para tornaram-se grandes virtuoses em seu instrumento.

Ray Coogler usou de muita inventividade – e, o que é melhor, sem abusar da cansativa repetição de levas infindáveis de zumbis tão comum ao gênero – na construção de “Pecadores”. O filme, de mais de duas horas, nos cativa com elenco de grande valor e roteiro dos mais ousados.

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“Pecadores”, de Ryan Coogler

“Pecadores” deve conquistar muitas das categorias às quais concorre. Vale agregar, aqui, que outro filme de terror, “A Hora do Mal” (“Weapons”), também representa o segmento nessa edição de número 98 do Oscar. A veterana atriz Amy Madigan é favorita ao Oscar de melhor coadjuvante.

Resta saber se o coletivo dos associados da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (os mais de dez mil associados habilitam-se a votar na categoria melhor filme) continuará fiel aos épicos dramáticos (no caso de “Uma Batalha Atrás da Outra” com tempero bélico), historicamente premiados a cada novo ano. Ou se entendeu que o cinema de horror, raras vezes laureado, merece a principal estatueta.

A situação de “O Agente Secreto”, outro filme que reflete o mal estar do mundo contemporâneo (embora retroceda temporalmente à década de 1970, quando o Brasil vivia sob ditadura militar) é digna de todos os registros. Uma cinematografia periférica como a nossa chegar, por dois anos seguidos, à lista dos dez melhores filmes do ano, justo na mais badalada vitrine cinematográfica do mundo, é algo notável. Ano passado, pela primeira vez, um longa-metragem brasileiro (“Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles) ganhou o Oscar de melhor filme internacional.

Difícil prever se outra estatueta dourado-careca chegará a nosso território. Triunfar como melhor filme é difícil, quase impossível. “O Agente Secreto” é disruptivo demais para os padrões da Academia.

Na categoria melhor ator (para Wagner Moura) há alguma chance. Se os votos se dividirem entre Michael B. Jordan, com dois papéis em “Pecadores”, e Timothée Chalamet (“Marty Supreme”), Wagner poderá sair como o tertius. E, lembremos, que ele tem uma Palma de Ouro e um Globo de Ouro de melhor ator na estante (para Armando-Marcelo-Fernando).

Nas categorias melhor filme internacional, as chances existem, mas para triunfar, KMF tem que derrotar o franco favorito, o norueguês “Valor Sentimental”, de Joachim Trier, drama que tem tudo que a Hollywood cinéfila valoriza: trama bergmaniana, conflito familiar, narrativa que flui como as águas de rio tranquilo (embora profundo), atores notáveis e (até) final marcado pela redenção.

Tudo leva a crer que sobrarão para o filme nórdico as estatuetas de melhor filme internacional e ator coadjuvante (o maravilhoso Stellan Skarsgard, que encanta o mundo desde “Ondas do Destino”). Ou seja, espera-se que converta duas de suas nove indicações. Mas surpresas são abundantes nas cerimônias do Oscar. Positivas e negativas.

Alguém imaginaria que “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese, com dez indicações, sairia de mãos abanando da cerimônia do Oscar 2024?

Ou que o olvidável “Green Book”, de Peter Farelly, derrotaria o magnífico “Roma”, de Alfonso Cuarón? Que o apenas simpático “No Ritmo do Coração” derrotaria o apaixonanate “Ataque dos Cães”, de Jane Campion? E que, um dia, o Oscar seria entregue ao infame e esquecível “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, dos Daniéis Kwan e Scheinert (quem???)

Os brasileiros devem torcer para que os 10 mil integrantes da Academia de Hollywood (ou a parcela à qual caberá eleger o “melhor casting – escalação de elenco”) criem juízo. Ainda é tempo de reconhecer que o trabalho de Gabriel Domingues (em parceria com KMF) merece o Oscar. E esse merecimento é maior que o de Francine Maisler, responsável pela escalação do ótimo elenco de “Pecadores” (essa profissional é tida como o favorita).

Não me canso de repetir: o cinema brasileiro conta com dois casos formidáveis de “casting”. O de “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles, que concorreu a quatro Oscar em 2004, e o de “O Agente Secreto”. Meirelles, com Kátia Lund, Fátima Toledo e o grupo teatral Nós do Morro na retaguarda, comandou 180 atores e revelou nomes que se incorporaram ao nosso imaginário: Leandro Firmino da Hora (“Dadinho é o caralho, meu nome agora é Zé Pequeno”), Seu Jorge (Mané Galinha), Douglas Silva (Dadinho), Darlan Cunha (Filé com Fritas), os Irmãos Haagensen (Cabeleira e Bené), Alexandre Rodrigues (Buscapé) e Berenice (Roberta Rodrigues).

O filme de Kleber Mendonça imprimiu, em nossas retinas, figuras inolvidáveis: Vilmar, o matador de aluguel (Kaiony Venâncio), Euclides, o delegado safado como ele só (Robério Diógenes), a atrevida Dona Sebastiana (Tânia Maria), o projecionista Seu Alexandre (Carlos Francisco), o desconcertante frentista de posto de gasolina (Joálisson Cunha), sem esquecer o maestro da perturbada sinfonia recifense, Wagner Moura (de “Narcos”, “Elysium” e “Guerra Civil”), onipresente em cada parte do vigoroso thriller político pernambucano.

O ator baiano se desdobra em dois personagens (ou três, se nos apegarmos à deriva clandestina, marca de sua existência) – o Marcelo de 1977, que se chamava Armando em 1973, e o médico Fernando, filho de mesmo Armando e de sua companheira Fátima. O doutor, aliás, é interpretado com leve e discreto toque homoafetivo. Resumindo: um Oscar há de aparecer por aí, há de tomar os rumos de Pernambuco. Torcida para tanto não há de faltar.

As chances do paulistano (extrovertido e fiel torcedor do Corinthians) Adolpho Veloso no Oscar são até significativas. Ele terá, para empalmar a estatueta, que derrotar as formidáveis direções de fotografia de “Pecadores” (da afro-californiana Autumn Durald Arkpaw, quarta fotógrafa a disputar o Oscar) e de “Uma Batalha Após a Outra” (Michael Bauman). Se conseguir tal feito, Veloso mostrará que menos é mais. Que com recursos financeiros modestos se pode fazer uma fotografia apaixonante, capaz de valorizar a luz natural. Chegando a um épico de grande beleza. Junto com o diretor Clint Betley, Veloso foi capaz de construir mais um hino ao trem-de-ferro, veículo que encanta plateias desde os tempos dos Irmãos Lumière, passando pela vanguarda construtivista russa e por cinematografias espalhadas pelos cinco continentes.

Desde o triunfo do francês “O Artista” (Michel Hazanavicius, 2012) — e, principalmente, do sul-coreano “Parasita” (Bong Joon-ho, 2020) — nas cerimônias do Oscar, que se fala na internacionalização do processo de distribuição das estatuetas dourado-carecas. A Academia de Hollywood – como os festivais internacionais de Cannes, Veneza e Berlim – estaria disposta a acolher (e premiar) os cinemas de todo o planeta. Isso, realmente, aconteceu?

Em certa medida, sim. Calcula-se que dos 10 mil integrantes da Academia, dois mil sejam europeus, asiáticos, norte-centro-sul americanos e africanos. Difícil saber se entre estes 20% do colegiado internacional estão computados os associados britânicos, australianos e neo-zelandeses. Ou seja, o mundo anglo-saxão.

A situação, infelizmente, ainda é muito desigual: os norte-americanos compõem 80% da Academia. Das 97 edições do Oscar (em breve, o prêmio tornar-se-á centenário), 95 premiaram filmes norte-americanos (ou britânicos). A edição desse ano, a nonagésima-oitava, incluiu apenas dois filmes “estrangeiros” em sua categoria principal – o brasileiro “O Agente Secreto” e o norueguês “Valor Sentimental”.

Como se vê, não há nenhum filme asiático, nem árabe, nem africano entre os concorrentes da categoria principal. Vale, pois, constatar que a Academia de Hollywood ainda não se abriu com convicção ao cinema do mundo. A premiação de “Parasita”, ao invés de constituir-se como um divisor de águas significou apenas um desvio de percurso. As guildas (Sindicatos de Produtores, Diretores, Atores, Roteiristas etc.) continuam firmes em defesa de seus pares, os colegas estadunidenses ou britânicos.

A se medir pela edição desse ano, continuam muito lentos os passos rumo a internacionalização. Vagas garantidas só na categoria outrora chamada de melhor filme estrangeiro.

Sonhos-de-Trem O duelo entre “Uma Batalha Após a Outra” e “Pecadores” causará reviravolta similar à 2017? “O Agente Secreto”reverterá em prêmio alguma de suas quatro indicações?
“Sonhos de Trem”, de Clint Bentley

Além de “O Agente Secreto” e “Valor Sentimental”, os dois filmes destacados na categoria principal, algumas presenças que se fazem notar. Mas, em categorias importantes, reduzem-se a três: os norueguês Joachim Trier (melhor direção) e Renate Reinsve (melhor atriz), ambos por “Valor Sentimental”, e o iraniano Jafar Panahi, como autor do roteiro original de “Foi Apenas um Acidente” (que concorre sob bandeira francesa).

Para conseguir vaga como finalista, o grande ator Stellan Skarsgard, na verdade coprotagonista de “Valor Sentimental”, foi rebaixado, estrategicamente, para a categoria ator coadjuvante. Uma de suas “filhas”, na trama, Inga Ibsdotter Lilleaas, concorre a atriz coadjuvante. O japonês Kumiko Ogawa, de “Kokuho – O Preço da Perfeição”, disputa a categoria maquiagem e cabelos.

Na trilha sonora, destaca-se o francês Alexandre Desplat, por “Frankenstein”. O favorito Ludwig Göransson (“Pecadores”) é sueco, mas está totalmente integrado à indústria norte-americana. Jerskin Fendrix, parceiro artístico de Yorgos Lanthimos (“Bugônia”) é tão inglês quanto o Big Ben.

Já na categoria melhor canção, a Itália, que anda sumida das últimas cerimônias do Oscar (embora seja, junto com a França, o país com maior número de estatuetas de melhor filme internacional) parecia ter cavado uma vaga, mesmo que secundária.

A composição “Sweet Dreams of Joy”, presente no documentário  “Viva Verdi!”, foi destacada. O filme enaltece o nome do compositor Giuseppe Verdi no título e mostra abrigo, criado por ele, para receber profissionais aposentados do bel canto e da música clássica. Foi filmado em Milão, na Península. Mas sob direção da californiana Yvonne Russo.

A Itália, portanto, segue fora das 24 categorias do Oscar. Não ocorreu à documentarista convidar um conterrâneo do italianíssimo Verdi para compor canções para o filme. A tarefa coube a Nicolas Pike, que assina “Sweet Dreams of Joy”. Ele é britânico e talhado, por opção e ofício, a somar música orquestral e eletrônica.

A Espanha, que vive uma verdadeira primavera cinematográfica, marca presença com o convulsivo “Sirât”, nas categorias filme internacional e melhor som. Nesse caso, com badaladíssimo trio feminino (premiado com o Goya) formado pelas “chicas de Laxe” – Amanda Villaviejas, Laia Casanovas e Yasmina Pradera. O filme, coproduzido pelos irmãos Almodóvar, transformou a trinca em símbolo da força feminina do cinema made in Espanha.

Olivier Bugge Coutté, que concorre na categoria melhor edição (ou montagem) por “Valor Sentimental”, é colaborador histórico de Joachim Trier. Juntos realizaram o filme que deu grande notoriedade ao norueguês (de origem dinamarquesa) – “A Pior Pessoa do Mundo”.

Nos últimos anos, duas categorias têm se mostrado mais abertas aos estrangeiros – melhor longa documental e melhor animação. No primeiro caso, nessa edição de número 98, há três filmes estadunidenses (“A Vizinha Perfeita”, o franco favorito, “Embaixo da Luz de Neon” e “Alabama – Presos do Sistema”). E duas produções internacionais – “O Senhor Ninguém Contra Putin” (Ucrânia, Dinamarca, Reino Unido, EUA) e “Rompendo Rochas” (Irã, Catar, Chile, Alemanha, Países Baixos e EUA).

No campo da animação de longa-metragem, os EUA são origem de “Zootopia 2” e de “Elio”, sem esquecer “Guerreiras do Kpop”, produção norte-americana, mas com DNA sul-coreano. Dois países europeus conseguiram cravar suas vagas, mas têm rarefeitas chances de levar a estatueta – a Bélgica, com “A Pequena Amélie”, e a França, com “Arco”.

As estatísticas mostram o quanto o cinema internacional tem que lutar por mais visibilidade na poderosa vitrine do Oscar. Se somarmos os dez filmes da categoria principal aos cinco finalistas de 20 categorias destinadas à produção de longas-metragens, teremos um total de 110 vagas (os curtas ocupam as três categorias restantes, totalizando 24). Dessas 110 vagas, pouco mais de 20 valorizam profissionais ou filmes estrangeiros. Um lembrete: a partir de 2028, quando será eleita a melhor equipe de dublês, o Oscar contará com 25 categorias.

Quem quiser assistir à cerimônia do Oscar hollywoodiano, que será transmita pela TV Globo, pela TNT-HBO e pelas redes sociais, poderá ver ou rever no streaming boa parte dos filmes selecionados.

Três deles estão na Netflix (“O Agente Secreto”, “Frankenstein” e “Sonhos de Trem”), cinco no Prime Video (“Uma Batalha Após a Outra”, “Pecadores”, “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”, “Marty Supreme” e “Bugônia”). “Valor Sentimental” está na Mubi (e no Prime). “F1 – O Filme”, com os astros Brad Pitt e Javier Bardem, na Apple TV.

Confira os finalistas:

MELHOR FILME

. “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho (Brasil)
. “Uma Batalha Após a Outra”, de Paul Anderson Thomas (EUA)
. “Pecadores”, de Ryan Coogler (EUA)
. “Valor Sentimental”, de Joachim Trier (Noruega)
. “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”, de Chloé Zhao (EUA-Reino Unido)
. “Marty Supreme”, de Josh Safdie (EUA)
. “Sonhos de Trem” (Train Dreams”), de Clint Bentley (EUA)
. “Frankenstein”, de Guillermo del Toro (EUA)
. “F1 – O Filme”, de Joseph Kosinski (EUA)

MELHOR DIREÇÃO

. Paul Thomas Anderson (“Uma Batalha Após a Outra”)
. Ray Coogler (“Pecadores”)
. Chloé Zhao (“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”)
. Joachim Trier (“Valor Sentimental”)
. Josh Safdie (“Marty Supreme”)

MELHOR FILME INTERNACIONAL

. “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça (Brasil)
. “Valor Sentimental”, de Joachim Trier (Noruega)
. “Foi Apenas um Acidente”, de Jafar Panahi (França)
. “Sîrat”, de Oliver Laxe (Espanha)
. “A Voz de Hind Rajab”, de Kaouther Ben Hania (Tunísia)

MELHOR LONGA DOCUMENTAL

. “A Vizinha Perfeita”, de Geeta Gandbhir (EUA) – Netflix
. “Embaixo da Luz de Neon”, de Ryan White (EUA) – Apple TV
. “Alabama – Presos do Sistema”, de Andrew Jarecki e Charlotte Kaufman (HBO)
. “O Senhor Ninguém Contra Putin”, de David Borenstein e Pasha Talankin (Ucrânia, Dinamarca, Reino Unido, EUA) – Netflix
. “Rompendo Rochas”, de Sara Khaki e Mohammadreza Eyni (Irã, Catar, Chile, Alemanha, Países Baixos e EUA)

MELHOR LONGA DE ANIMAÇÃO

. “Guerreiras do Kpop”, de Chris Appelhans e Maggie Kang (EUA-Coreia do Sul)
. “Zootopia 2”, de Jared Bush e Byron Howard (EUA)
. “A Pequena Amélie”, de Mailys Vallade e Liane-Cho Han (Bélgica)
. “Arco”, de Ugo Bienvenu (França)
. “Elio”, de Adrian Molina, Madeline Sharafian e Domme Shi (EUA)

MELHOR ATRIZ

. Jessie Buckley (“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”)
. Renate Reinsve (“Valor Sentimental”)
. Rose Byrne (“Se eu Tivesse Pernas, eu Te Chutaria”)
. Emma Stone (“Bugônia”)
. Kate Hudson (“Song Sung Blue”)

MELHOR ATOR

. Wagner Moura (“O Agente Secreto”)
. Timothée Chalamet (“Marty Supremy”)
. Leonardo DiCaprio (“Uma Batalha Após a Outra”)
. Michael B. Jordan (“Pecadores”)
. Ethan Hawke (“Blue Moon”)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

. Amy Madigan (“A Hora do Mal”)
. Teyana Taylor (“Uma Batalha Após a Outra”)
. Wunmi Mosaku (“Pecadores”)
. Inga Ibsdotter Lilleaas (“Valor Sentimental”)
. Elle Fanning (“Valor Sentimental”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE

. Stellan Skarsgard (“Valor Sentimental”)
. Sean Penn (“Uma Batalha Após a Outra”)
. Benicio del Toro (“Uma Batalha Após a Outra”)
. Delroy Lindo (“Pecadores”)
. Jacob Elordi (“Frankenstein”)

MELHOR CASTING (escalação de elenco)

. Gabriel Domingues, por “O Agente Secreto” (Brasil)
. Francine Maisler, por “Pecadores” (EUA)
. Cassandra Kulukundis, por  “Uma Batalha Após a Outra” (EUA)
. Jennifer Venditi, por “Marty Supreme”(EUA)
. Nina Gold, por “Hamnet: A Vida Antes de Hamlet” (EUA, Reino Unido)

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

. Ryan Coogler (“Pecadores”)
. Joachim Trier e Eskil Voght (“Valor Sentimental”)
. Ronald Bronstein e Josh Safdir (“Marty Supreme”)
. Jafar Panahi (“Foi Apenas um Acidente”)
. Robert Kaplow (“Blue Moon”)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

. Paul Thomas Anderson (“Uma Batalha Após a Outra”)
. Clint Bentley e Greg Kwedar (“Sonhos de Trem”)
. Chloé Zhao e Maggie O’Farrel (“Hamnet: A Vida Antes de Hamlet”)
. Will Tracy (“Bugônia”)
. Guillermo del Toro (“Frankenstein”)

MELHOR FOTOGRAFIA

. Adolpho Veloso (“Sonhos de Trem”)
. Michael Bauman (“Uma Batalha Após a Outra”)
. Autumn Dural Arkapaw (“Pecadores”)
. Dan Lausten (“Frankenstein”)
. Faróis Khondji (“Marty Supreme”)

MELHOR EDIÇÃO (MONTAGEM)

. Andy Jurgensen, por “Uma Batalha Atrás da Outra”
. Michael P. Shawver, por “Pecadores”
. Stephen Mirrione, por “F1, o Filme”
. Ronald Bronstein, por “Marty Supreme”
. Olivier Bugge Coutté, por “Valor Sentimental”

CABELOS E MAQUIAGEM

. Kumiko Ogawa, por “Kokuho, O Preço da Perfeição”
. Jordan Samuel, por “Frankenstein”
. Sian Richards, por “Pecadores”
. Thomas Foldberg, por “A Meia Irmã Feia”
. Sheila Erdmann, Felix Fox e Werner Pretorius, por “Coração de Lutador: The Smashing Machine”

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

. Tamara Deverell, por “Frankenstein”
. Hannah Beachler, por “Pecadores”
. Fiona Crombie, por “Hamnet: A Vidas Antes de Hamlet”
. Jack Fisk, por “Marty Supreme”
. Florencia Martin e Anthony Carlino, “Uma Batalha Atrás da Outra”

MELHOR FIGURINO

. Kate Hawley, por “Frankenstein”
. Ruth E. Carter, por “Pecadores”
. Malgosia Turzanks, por “Hamnet: A Vidas Antes de Hamlet”
. Miyako Bellizzi, por “Marty Supreme”
. Deborahl L. Scott, por “Avatar: Fogo e Cinzas”

MELHOR TRILHA SONORA

. Ludwig Göransson, por “Pecadores”
. Johnny Greenwood, por “Uma Batalha Após a Outra”
. Alexandre Desplat, por “Frankenstein”
. Max Richter, por “Hamnet, A Vida Antes de Hamlet”
. Jerskin Fendrix, por “Bugônia”

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

. “I Lied To You” (“Pecadores”)
. “Train Dreams” (“Sonhos de Trem”)
. “Sweet Dreams of Joy” (“Viva Verdi!”)
. “Golden” (“Guerreiras do KPop”)
. “Dear Me” (“Diane Warren: Relentless”)

MELHOR SOM

. Amanda Villavieja, Laia Casanovas e Yasmina Praderas, por “Sirât” (Espanha)
. Al Nelson, por “F1 – O Filme”
. José Antonio Garcia, por “Uma Batalha Após a Outra” (EUA)
. Steve Boeddeker, por “Pecadores”
. Nelson Ferreira, por “Frankenstein”

EFEITOS VISUAIS

. Joe Letteri, por “Avatar: Fogo e Cinzas”
. Glen Winchester, por “F1, o Filme”
. Ryan Cox, por “Pecadores”
. Brandon K. McLaughlin, por “O Ônibus Perdido”
. Dayton Boorsma, por “Jurassic World Recomeço”

CURTA-METRAGEM LIVE ACTION

. “Butcher’s Stain”, de Levindon-Blount e Oron Caspi
. “The Singers”, de Sam Davis e Jack Piatt
. “Two People Exchanging Saliva”,
. “Jane Austen’s Period Drama”, de Julia Aks e Steve Pinder
. “A Friend of Dorothy”, de Lee Knights e James Dean

CURTAS DE ANIMAÇÃO

. “The Girl Who Cried Pearls”, de Cris Lavis e M. Szcerbowski
. “Butterfly”, de Florence Miaihe e Ron Dyens
. “Retirement Plan”, de John Kelly e Andrew Freedman
. “The Three Sisters”, de Konstatin Bronzit
. Forevergreen, de Nathan Engelhardt e Jeremey Spears

CURTAS DOCUMENTAIS

. “Quartos Vazios”, de Joshua Seftel e Conall Jones
. “Armado com Uma Câmera: Vida e Morte de Brent Renaud”, de Craig Renaud e Juan Arredondo
. “O Diabo Não tem Descanso”, de Geeta Grandbhir e Christian Hampton
. “Perfectly a Strangeness”, de Alison McAlpine
. “Children no Moore: Were and Are Gone”, de Hilla Medalia e Sheila Nevins


Fonte: https://revistadecinema.com.br/2026/03/o-duelo-entre-uma-batalha-apos-a-outra-e-pecadores-causara-reviravolta-similar-a-2017-o-agente-secretorevertera-em-premio-alguma-de-suas-quatro-i/

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